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Oi. Procurando o Dentes Guardados em PDF? Clica aqui. Procurando o meu blog? Não tenho blog. Tive um, mas não existe mais desde abril de 2007. Biografia? Nasci em julho de 1979 em São Paulo, me criei e morei a maior parte da vida em Porto Alegre, morei alguns anos em São Paulo e Santa Catarina, e agora voltei a Porto Alegre. Publiquei na internet de 1996 a 2001, com destaque para os três anos como colunista do mailzine Cardosonline (COL), e lancei meu primeiro livro em 2001 pelo extinto selo independente Livros do Mal, criado por mim, Daniel Pellizzari e Guilherme Pilla. Além de escrever prosa de ficção, traduzo autores de língua inglesa e de vez em quando publico resenhas, ensaios e reportagens. Edito essa página no Bloco de Notas e gosto de usar a tag blink. Mantenho esse tumblr. Estou em Twitter e o escambau, procurem por meu nome ou 'ranchocarne'. Umas músicas que gravei em casa em 2003 com um microfone Genius de dez reais continuam no Myspace, lá na página do Velho Branco, pra quem tiver curiosidade.
Aí embaixo tem uma bibliografia com elogios pinçados na imprensa e na teia mundial dos computadores, bem como informações burocráticas sobre o meu trabalho. Obrigado pela visita. Segue o baile.
Nenhuma.
Livros
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Cachalote
(com Rafael Coutinho)
Quadrinhos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010
Teaser animado: clique aqui
"De pronto o que se destaca no trabalho de Galera e Coutinho é a plena interação narrativa que a dupla conseguiu. Cachalote intercala histórias que correm em paralelo mas nunca se cruzam - e que inevitavelmente se empobrecem na tentativa de resumo, mas vá lá. Em uma delas, um astro chinês decadente vem ao Brasil para a divulgação de um filme e se torna suspeito de um crime. Em outra, um casal já separado mantém conexão através de longas conversas em encontros esporádicos. Um escultor é convidado para viver um personagem semelhante a ele próprio em um filme; um jovem playboy é expulso de casa e mandado para um exílio em Paris. Um rapaz adepto da arte erótica do bondage conhece a mulher dos seus sonhos, mas ela é frágil demais para suas fantasias.
Quando se fala em silêncios em Cachalote, fala-se de uma narrativa que se sustenta no desenho e no diálogo, sem o uso dos textos narrativos que correspondem, no gênero quadrinhos, a um narrador onisciente. Os personagens agem, e os vemos pelos desenhos detalhistas e de forte contraste entre linhas nervosas, amplos espaços claros e sombras intensas. Extensas passagens sem texto instalam no leitor esse silêncio que é também o dos personagens entre si - eles falam, e os lemos, por vezes balbuciantes, com dificuldades para comunicar seu universo interior, que é, no fim, o centro da narrativa. Universos incomunicáveis, que tropeçam na barreira das palavras."
(Carlos André Moreira, Zero Hora)
"O atrito dessas histórias encrencadas produz impactos emocionais – para insistir na metáfora aquática – de tirar o fôlego. E aos diálogos existencialistas de Galera, pontuados com humor esparso e espessa melancolia, somam-se as sequências magistrais de Coutinho – um virtuose do incompleto, aproximando violentamente figura de fundo, num ritmo que imprime intimismo e ação ágil em doses venenosas. Parece fácil definir o livro usando arpões verbais como “obra-prima pop“, mas é preciso reconhecer uma quando aparece."
(Ronaldo Bressane, Brasil Econômico)
"O grande mistério está em que, sem um mercado de trabalho
realmente compensador, tenhamos visto desenvolver-se no Brasil
artistas tão maravilhosos quanto os americanos, franceses,
espanhóis e argentinos.
Eu levo um susto quando os descubro. Como fiz agora, lendo a
muito bem bolada aventura criada pelo Daniel e desenhada,
primorosamente, pelo Rafael.
Um é um dramaturgo -ou roteirista- para Billy Wilder nenhum
botar defeito, e o outro, um ilustrador cujo desenho consegue
uma linguagem gráfica de altíssimo nível, bom demais para uma
exposição de arte"
(Ziraldo, Folha de SP)
"Não se trata de mais um livro com quadrinhos - fruto de um trabalho de dois anos, a obra traz um rebuscamento visual em preto e branco, além de um roteiro milimetricamente concebido, de forma a não permitir nenhum cruzamento das histórias mas, ao mesmo tempo, fazer acreditar que todas se apoiam sob o mesmo fio invisível. "
(Ubiratan Brasil, O Estado de SP)
"Rafael Coutinho se predispôs a enfrentar uma obra de ilustração complexa, para a qual não há fórmulas e muito menos tradição no Brasil. O resultado é um completo êxito: o seu jogo de luz e sombras é denso e funcional, os seus detalhes são ricos e impressionam em meio a um traço nervoso, que não faz concessões."
(Delfin, Universo HQ)
"A estrutura do livro é simples de descrever: cinco histórias, cujos protagonistas são todos homens muito diferentes entre si, que acontecem independentemente. Um não passa pela história do outro, nem de leve, nem forçando a barra. A unidade do livro, o que amarra as histórias mesmo, tem mais a ver com os dilemas, os assuntos, as complicações em que cada um deles se coloca – nisso, sim, eles se esbarram um pouco. A vida cotidiana, amor, sexo, morte, amizade, solidão, arte, trabalho, cobranças, expectativas. A vida, naquela bagunça de dar dó. Se tomadas isoladamente, as histórias dão conta do recado, cada uma delas. Criam sentido, dialogam com a gente, são interessantes, provocativas. Mas há um elemento externo, meio non sense, cujo estandarte é a tal da baleia cachalote, que inscreve essas histórias, juntas, numa esfera lírica e desestabiliza, inclusive, nossa compreensão da normalidade da vida dos personagens. E aí o livro passa de ordinário a excepcional, de cotidiano a mágico. (...) Cachalote tem uma toada triste, é verdade, e tem um movimento melancólico, mas não faz disso seu mote, eu acho. É que melancolia tem a ver com perda, com um tipo de perda que impacta de tal maneira uma pessoa que ela é incapaz de tocar a vida. O sujeito melancólico, em última instância, perde a si mesmo, é fragmentado, quebrado, está preso a um episódio violento e arrebatador do passado. A gente até pode minimizar aqui e esticar um pouco o conceito acolá, e lembrar que gente muito séria já disse que existe uma certa melancolia na experiência da cidade moderna que dispensa, inclusive, o tal do episódio violento. Mesmo assim, acho que não é exatamente esse o caso das personagens ou do livro como um todo porque no final os personagens reagem e, de algum modo, superam as perdas que sofreram."
(Aline, Godot não virá)
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Cordilheira Romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2008
Prêmio Machado de Assis de Romance 2008 (Fundação Biblioteca Nacional)
Terceiro Lugar no Prêmio Jabuti 2009, categoria Romance
"A protagonista, Anita, mora em São Paulo. Escreve um livro que é publicado na Argentina, lugar
onde tentará, a todo custo, ter o filho que não consegue com o namorado oficial, brasileiro. (...) A ausência de platitude tanto emocional quanto no
cenário instaura um nervoso eletrocardiograma a disseminar uma cordilheira. Ela espalha sua figura assombrosa por todas
as páginas, nos planos material e metafórico. A exuberância técnica de Galera nas descrições potencializa o texto. (...) Trata-se de um jogo (doloroso) de
identidades e de uma angustiada busca de vínculos. Cordilheira prova que o livro anterior não foi apenas sorte de um
escritor jovem."
(Paulo Bentancur, Revista Época)
"Pontuado por digressões engenhosas, e movido
por constantes revisões de perspectiva que mantêm
os julgamentos sempre em suspenso, o realismo
detalhista de Galera empresta verossimilhança
e dramaticidade à história, dando vigor às reflexões
que servem de eixo para o enredo. Buenos Aires
aparece mais nos bares e cafés do que nas avenidas
monumentais, e as descrições desses espaços,
ao mesmo tempo concisas e atentas a pequenas
particularidades, atestam não apenas o talento
evocativo de Galera, mas também sua capacidade
de observação. (...) Ainda que seja um livro sobre a relação entre escritores
e suas obras, “Cordilheira” explora de maneira
mais ampla a idéia da vida cotidiana como uma
narrativa, indicando ao mesmo tempo limites para a
auto-invenção e o caráter às vezes irrisório da distinção
entre o real e a ficção."
(Miguel Conde, O Globo)
"O livro tem a qualidade de apresentar uma voz feminina crível, delineada com sensibilidade. Está na figura de Anita a chave do que o romance tem de melhor, uma personalidade complexa, com desejos conflitantes e que refletem à perfeição um dos temas centrais da obra de Galera até agora, a falta de um sentido para uma geração jovem sem interesse em cumprir as expectativas alheias, algo que já se via em Até o Dia em que o Cão Morreu e em Mãos de Cavalo."
(Carlos André Moreira, Zero Hora)
"A comunidade de escritores fanáticos imaginada por Daniel Galera faz sentido mesmo para o leitor que desconheça essas piscadinhas de olhos eruditas. Trata-se, ainda uma vez, de meditar sobre os limites tênues entre a arte e o real. No caso, entre o que se escreve e a experiência vivida. Galera oferece uma torção adicional a essa problemática do escritor: como viver de acordo com aquilo que escrevemos e inventamos?"
(Luiz Zanin, O Estado de SP)
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Mãos de Cavalo Romance. São Paulo: Companhia das Letras, 2006
"O romance parte de uma bem bolada configuração narrativa, na qual histórias aparentemente independentes correm paralelas, para, aos poucos, irem se imbricando: o Ciclista Urbano ganha velocidade na sua ´antiquada porém feroz Caloi Cross aro 20 com freio de pé´, um adolescente classe-média-baixa anda aos encontrões com os amigos (e a vida), um cirurgião plástico bem-sucedido planeja escalar um cerro boliviano. Tudo culmina em um não saber-se quem se é, uma sobreposição de identidades, acompanhada pela melancólica constatação de que jamais seremos alguém além de nós mesmos. (...) Galera (...) conduz o seu leitor por uma Porto Alegre próxima e distante, em que se percorre a nova perimetral, de Petrópolis até a Zona Sul. Mais ou menos como um road movie que não sai do lugar."
(Eduardo Veras, Zero Hora)
"Em hábil trama, a ecoar tensão emocional com frases curtas, incisivas e pouco adjetivadas, produzindo reverberações infinitas de uma mesma matriz, Galera monta o duelo de um homem com seu medo. É o medo que favorece as construções prismáticas, fazendo com que a obra avance à medida que se voltam páginas. A obra, na verdade, acontece recuando."
(Fabrício Carpinejar, O Estado de São Paulo)
"Dividindo a obra em duas partes que caminham simultaneamente, Galera entrelaça, com rara habilidade, a narrativa memorialística sobre um grupo de adolescentes de Porto Alegre (...) com o relato de um dia na vida de Hermano, um médico de sucesso. E tudo isso é conduzido por uma prosa marcadamente individual, que diferencia o autor como um dos melhores contadores de história da nova geração."
(Beatriz Resende, Revista Veja)
"Como é bem dito na orelha do livro, nenhum trecho da narrativa é gratuito. Uma simples partida de videogame mostra-se como uma profunda experiência de formação de personalidade. A experiência do protagonista de ter vivido tudo isso começa a lhe mostrar qual caminho trilhar, ou melhor, como trilhar esse caminho; o que ele pode jogar fora e excluir de sua vida, concentrando-se no difícil desafio que é compreender quem ele realmente é. Apesar do tom pouco otimista, é uma visão de quem olha em direção a uma felicidade bem mais ampla e sólida."
(Renato Parada, Samjaquimsatva)
"A arquitetura hábil do romance permite a Galera compor, com prodigiosa economia de meios e dosando secura e lirismo com a sabedoria de um veterano, uma emocionante história de crescimento."
(Sérgio Rodrigues, Todoprosa)
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 1ª edição
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 2ª edição
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Até o dia em que o cão morreu Romance
1ª edição: Porto Alegre: Livros do Mal, 2003
2ª edição: São Paulo: Companhia das Letras, 2007
» Adaptado para o cinema por Beto Brant e Renato Ciasca (Cão sem dono, 2007)
"O que parecia uma história de amor se torna uma espécie de fábula sobre a decadência, como diz na orelha João Gilberto Noll: 'A história de um jovem que se exaure antes da maturidade, se exaure pela ociosidade massacrante, sem saída à vista, se exaure porque o amor lhe confere apenas soluços secos, gozos avulsos'. Quem sabe por isso emane do livro uma aura que lhe confere, desde já — e sem favor nenhum —, o status de clássico"
(Ronaldo Bressane, O Globo)
Até o dia em que o cão morreutrata do mundo insuficiente de um jovem, de sua amizade com o vira-latas Churras e de seu amor pela enigmática Marcela, uma moça que "parece não existir". É um livro simples, que deseja apenas morder um naco da vida, como se ela fosse uma suculenta peça de churrasco. Um romance escrito com desafetação e ímpeto, que representa bem a jovem literatura entre nós surgida na virada do século, adepta da linguagem ligeira da internet e dos blogs, e refém do impulso à confissão - ou falsa confissão. Mas, por vezes, como em Até o dia em que o cão morreu, acontece o inesperado: o escritor cria um personagem que o desmente. Um personagem que, indiferente à autoridade do autor, o ultrapassa e até mesmo o trai. Não penso nas intenções de Galera ao escrever seu livro que, é claro, desconheço. Mas, sim, no relato que li e em sua maneira franca de acessar o mundo, desenvoltura de que aqui e ali, no entanto, o próprio narrador nos induz a desconfiar.
(José Castello, O Globo)
É possível que [Galera] tenha captado como ninguém o espírito dessa geração que, aos olhos dos mais velhos, parece perdida e desejosa de prolongar indefinidamente a adolescência. Seja como for, Até o dia em que o cão morreu revela um escritor talentoso e cheio de personalidade, que tem no frescor da linguagem sua virtude mais evidente.
(José Geraldo Couto, Carta Capital)
"Seu texto escapa do desejo por estantes e púlpitos e foge, indomado, pra discutir a atualidade no que ela tem de mais prosaica e, por isso mesmo, importante. Assim, Até o dia em que o cão morreu tematiza o corpo, nesta sociedade que tenta obsessivamente controlá-lo, extinguir as doenças, 'equilibrar' os estados mentais, esterilizar as secreções. Uma sociedade que já incorporou as lições da eugenia, graças ao pavor de perceber o quanto o corpo foge dos controles que criamos."
(Eduardo Fernandes, Revista Fraude)
"Galera escreveu um livro otimista, evitando julgamentos e mensagens pretensamente edificantes. Contemporâneo sem cair na citação de bandas e produtos que aflige a literatura de muitos dos seus colegas de geração, Até o Dia em que o Cão Morreu é um exame sutil e muito bem feito das opções que são exigidas de pessoas de uma certa idade, quando integração e desistência são alternativas igualmente válidas."
(Rodolfo S. Filho, www.claque.com.br)
"Estou lendo, e admirando pra burro, o estilo de um garoto chamado Daniel Galera. O menino gaúcho tem apenas 23 anos e escreve como um velho endemoniado. Até o Dia em que o Cão Morreu, da editora Livros do Mal, merece uma visita. É escrita de cachorro grande."
(Carlos Castelo Branco, Revista Caros Amigos)
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Dentes GuardadosContos. Porto Alegre: Livros do Mal, 2001 » Download gratuito de versão em PDF
» Adaptado para o teatro por Mário Bortolotto em 2002
» Conto "Intimidade" adaptado para curta-metragem 35mm por Camila Gonzatto, 2003
» Conto "Manual para atropelar cachorros" adaptado para curta-metragem 35mm por Rafael Primo, 2005
» Conto "A escrava branca" adaptado para curta-metragem 35mm por Fabrício Bittar, com o título "Elise", 2007
» Conto "Dafne adormecia" adaptado para curta-metragem por Pedro Perazzo, com o título "Fácil como a vida", 2010
"Um escritor estreante com consciência dos poderes subjetivos da literatura."
(Bernardo Carvalho, Folha de São Paulo)
"A começar pelo título, tirado de Hilda Hilst, Dentes guardados estabelece diálogos com a tradição literária, mas cada uma das 14 histórias é atravessada por referências ao cotidiano de jovens intelectualizados e saudavelmente insatisfeitos com a vida. Isso se manifesta, é claro, em situações, mas principalmente no bom ouvido de Galera para registrar o coloquial sem descuidar da forma. Seus personagens são facilmente reconhecíveis, mas não decalcam a vida: são, por tudo isso, solidamente literários. Em seus melhores momentos, Dentes guardados retoma, sem redundância, os conflitos da masculinidade na ressaca do 'liberou geral'. Já que pode tudo, o que realmente se quer?"
(Paulo Roberto Pires, Revista Época)
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Edições estrangeiras
Argentina
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Manos de Caballo Interzona, 2007
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França
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Paluche Gallimard, 2010
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Itália
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Sogni all'alba del ciclista urbano Mondadori, 2008
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Manuale per investire i cani e altri racconti Arcana, 2004
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Portugal
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Mãos de Cavalo Caminho Editorial, 2008
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Mãos de Cavalo Caminho Editorial, 2009
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Cordilheira Caminho Editorial, 2009
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Contos em antologias, revistas etc.
Geração Zero Zero: Fricções em Rede [Laila; O Velho Branco], Org. Nelson de Oliveira
(Rio de Janeiro: Língua Geral, 2011)
Revista Continuum [ Cavalo amarrado a bicicleta]
(Itaú Cultural, março/abril de 2010)
Revista E #102 [Conserta-se gaitas]
(São Paulo: SESC São Pauloi, novembro de 2005)
Sex'n'bossa. Antologia di narrativa erotica brasiliana [La schiava bianca], Org. Patrizia di Malta
(Itália: Mondadori, 2005)
Contos de Bolso [Ela adorava dançar; Últimos tangos; Embutido]
(Porto Alegre: Casa Verde, 2005)
Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século [miniconto sem título], Org. Marcelino Freire
(São Paulo: Ateliê Editorial, 2004)
Revista Et Cetera n.2 [O Abraço] (Curitiba: Travessa dos Editores, outubro de 2003)
Revista VOX [Razão para ir a um funeral] (Porto Alegre: Corag, novembro de 2002)
Jornal Zero Hora - Caderno Cultura [O cubículo] (Porto Alegre: RBS, 29 de junho de 2002)
Revista Eaí [Matias e a sacola] (Porto Alegre: Plural, 21 de dezembro de 2001)
Contos de Oficina 24 [Natureza morta; Intimidade; Triângulo; A simples presença] (Porto Alegre: WS, 2000)
Literatura Século XXI - vol. 2 [Beijo estalado], Org. Mônica Banderas e Whisner Fraga (Rio de Janeiro: Blocos, 1999)
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Os mil outonos de Jacob de Zoet [The thousand autumns of Jacob de Zoet], de David Mitchell (São Paulo: Companhia das Letras, a publicar)
Seu corpo figurado [Your body figured], de Douglas A. Martin (Brasília: Editora Bolha, a publicar)
28 Contos de John Cheever (São Paulo: Companhia das Letras, 2010)
Jimmy Corrigan, O Garoto Mais Esperto do Mundo [Jimmy Corrigan, The Smartest Kid on Eearth], de Chris Ware (São Paulo: Companhia das Letras, 2009)
Sobre a beleza [On beauty], de Zadie Smith (São Paulo: Companhia das Letras, 2007)
Reino do Medo [Kingdom of Fear], de Hunter S. Thompson (São Paulo: Companhia das Letras, 2007)
Indecisão [Indecision], de Benjamin Kunkel (Rio de Janeiro: Rocco, 2007)
Extremamente alto & incrivelmente perto [Extremely Loud & Incredibly Close], de Jonathan Safran Foer (Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
Pornô [Porno], de Irvine Welsh (Rio de Janeiro: Rocco, 2006. Co-tradução com Daniel Pellizzari)
Minha Vida, de Robert Crumb (São Paulo: Conrad, 2005. Quadrinhos)
Trainspotting [Trainspotting], de Irvine Welsh (Rio de Janeiro: Rocco, 2005. Co-tradução com Daniel Pellizzari)
Nem os mais ferozes [No beast so fierce], de Edward Bunker (São Paulo: Barracuda, 2004)
Blues, de Robert Crumb (São Paulo: Conrad, 2004. Quadrinhos)
América, de Robert Crumb (São Paulo: Conrad, 2004. Quadrinhos)
Contos de fadas [Fairy tales], de Michael Coleman (São Paulo: Companhia das Letras, a publicar)
Lendas do Rei Artur [Arthurian Legends], de Margaret Simpson (São Paulo: Companhia das Letras, 2004)
O blog de Bagdá [The Bagdah Blog], de Salam Pax (São Paulo: Companhia das Letras, 2003)
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